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Ana Luisa Querido Gregório

Ana Luisa Querido Gregório

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“Processos de recrutamento transparentes e ágeis acabaram com o cabide de empregos”

Ana Luisa viu o filho literalmente crescer na empresa. É que desde muito bebê ele ficava no berçário da CPFL. E não é só. O marido também trabalha na empresa: é assessor comercial e cuida de um segmento da gestão de contratos.

Quando o tema é privatização, Ana Luisa comemora esse marco: "Dei um salto de qualidade na minha vida profissional! Passou a haver mais justiça aqui dentro, e, por meio de processos de recrutamento transparentes e ágeis, acabaram com o cabide de empregos". Ela lembra que a CPFL se preocupou em preparar seu pessoal para essa fase de transição. "A estabilidade de emprego era um valor maior para a geração anterior, assim como o conceito de bom funcionário", afirma.

Com as mudanças, as mulheres começaram a crescer na companhia e a enxergar possibilidades de incrementar sua trajetória profissional, pois houve mais abertura de vagas para elas. De acordo com Ana Luisa, isso aconteceu porque a CPFL sentiu necessidade de mesclar os gêneros e colocar as mulheres em cargos de liderança. "No período em que a CPFL era estatal, a empresa tinha uma cultura organizacional machista. Hoje, podemos competir em igualdade de condições", completa.