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Carlos Alberto Leoni

Carlos Alberto Leoni

 

 

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A força de uma cultura

Muita história para contar tem este engenheiro que ingressou na CPFL em 1967, época em que a companhia pertencia à Eletrobras. Ele estudava na Escola de Engenharia Mackenzie, na capital paulista, que ficava muito próxima da antiga sede da CPFL. "Os engenheiros do Mackenzie formavam um grande grupo dentro da CPFL. Quando a companhia se mudou para Campinas, um antigo diretor, que dava aulas em Itajubá, interior de Minas Gerais, começou a recrutar profissionais de lá. Daí se formaram dois grandes grupos: os mackenzistas e os de Itajubá", conta Carlos Alberto.

Uma de suas grandes experiências foi ter trabalhado na usina de Peixoto, depois rebatizada de Mascarenhas de Morais. Na época, o engenheiro-chefe era Cesare Manfredi, que anos depois se tornaria presidente da CPFL. "Foi uma experiência muito gratificante ter trabalhado com ele", afirma.

Carlos Alberto considera a CPFL uma empresa formadora de pessoas. Por isso, e graças à força de sua cultura, quando passou ao comando do governo do estado, que tinha como objetivo incorporá-la totalmente à Cesp, a CPFL resistiu e não "desapareceu". "A intenção era acabar com a Paulista. Foi um período muito traumático. No entanto, como a CPFL era muito bem administrada, enxuta e funcionava muito bem, com equipes próprias e muito eficientes, conseguimos que a Cesp tivesse somente controle acionário sobre nós, mantendo assim nossa autonomia e nossa identidade", relembra Carlos Alberto.