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Hélio Genhei Sinzato

Hélio Genhei Sinzato

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Memória de engenheiro

O engenheiro elétrico Hélio Genhei Sinzato ingressou na CPFL como estagiário em 1973, quando da passagem do comando da Eletrobras (governo federal) para a Cesp (governo estadual). Foi admitido em 1974 e em 1979, quando a sede foi transferida de São Paulo para Campinas, ele também se mudou, integrando a equipe que cuidaria da reformulação da engenharia de distribuição.

Hélio conta que na época "a Cesp se apossou do acervo técnico (padrões e normatizações) da CPFL e, mesmo assim, a integração das duas não deu certo, porque a forma de trabalhar de uma empresa era completamente diferente da outra". Além disso, a CPFL não tinha um acervo técnico formalizado. "Trabalhávamos com muita competência, mas sem registros formais das padronizações técnicas", diz Hélio. Por isso, em 1979 a parte técnica das duas companhias foi separada.

Ele também conta que os americanos do tempo da Amforp trouxeram um conhecimento riquíssimo, mas que não foi registrado. "Ficou mais na cabeça dos engenheiros. Portanto, nas mãos de poucos, e por isso também não havia muita padronização técnica. Esse foi um dos motivos da dificuldade da Cesp para entender a CPFL", comenta.

Para esse engenheiro, a identidade da CPFL e seu papel na sociedade são pontos de orgulho, por se tratar de uma empresa cujo negócio é a energia. Mas é com tristeza que ele se recorda dos malefícios dos tentáculos políticos na gestão dos negócios e no desenvolvimento da companhia. Antes de sair da CPFL, Hélio integrou a primeira equipe multidisciplinar da CPFL, formada para estudar a privatização em todo o mundo. Nessa época o presidente era Silvio Romero.