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Michele Matteo

Michele Matteo

 

 

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“A cultura da CPFL era muito diferente da cultura da Cesp.”

Quando Michele Matteo chegou à empresa, ela estava saindo das mãos do capital estrangeiro (antiga Amforp) para ser estatizada pelo governo federal. O administrador italiano também pegou o período em que a CPFL passou do comando federal para o estadual.

Michele gosta de frisar que a qualidade das amizades e o clima organizacional eram nota 10 na CPFL. "Por isso gosto tanto de trabalhar como voluntário na Associação dos Aposentados da Fundação Cesp, para encontrar os amigos da velha-guarda", diz. De acordo com ele, o nome Cesp ainda atrapalha um pouco na busca de associados. "Espanta um mundaréu de pessoas. É que a cultura da CPFL era muito diferente da cultura da Cesp. O clima na CPFL era muito mais familiar, o que nos diferenciava da Cesp", comenta.

Michele diz que o impacto dos governadores de estado no gerenciamento da CPFL não o atingiu. "Fiquei protegido atrás da minha cidadania italiana, porque, como não era eleitor aqui no Brasil, não sofria pressão partidária. Mas na época em que a empresa estava na mão do governo estadual era muito comum ver certos grupos partidários serem encostados se o grupo do outro partido político havia conseguido ganhar a eleição para governador", relembra.