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Peter Eric Volf

Peter Eric Volf

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Ele tem grandes desafios pela frente.

A história do engenheiro Peter Eric Volf é interessantíssima. Ele trabalhava em outra empresa do setor elétrico, e a CPFL o contratou porque não era forte em geração e precisava de profissionais que pudessem dar suporte para que essa área de negócio crescesse.

Peter foi da Fepasa, da Cesp, da Duke Energy e agora está na CPFL. Por isso, é hoje um craque em fazer análises comparativas de culturas organizacionais. "Vejo muita diferença no perfil dessas três companhias de energia. Quando trabalhei na Cesp, era estatal. Então, a busca pela multidisciplinaridade, pelo retorno, pelo conhecimento e até pelo autoconhecimento é diferente da de uma empresa privada. Já a Duke Energy é uma típica empresa americana, muito vincula à matriz. Mas foi lá que aprendi a importância do conceito de mercado", afirma.

Da CPFL, Peter enumera alguns pontos positivos: a preocupação com a qualidade de vida dos funcionários, com a gestão de pessoas e com o desenvolvimento dos profissionais. "E aqui não é uma empresa em que podemos ficar na zona de conforto. A gente tem de crescer com ela. Os funcionários têm sempre de se capacitar. Não dá para ficar parado", diz Peter.

Mesmo não tendo tanto tempo de casa como vários de seus pares, ele realiza um trabalho importante e vigoroso. Uma de suas missões foi abrir e comandar a Epasa, em João Pessoa, na Paraíba. Trata-se de uma companhia de geração de energia de óleo combustível, um tipo de energia convencional. "Estive envolvido na implantação desse projeto por um ano e oito meses. Mas retornei à sede, e agora trabalho procurando agregar novos conceitos e novas bases tecnológicas, que impactem positivamente a gestão de negócios", conta.

Além disso, Peter falou sobre a separação de ativos na CPFL, ou seja, como a companhia separou por setor - renováveis e convencionais - os vários tipos de energia. "Agora, estamos estudando a viabilidade das energias renováveis, como a eólica e a produzida pela biomassa." E ele ainda está envolvido num outro grande desafio da CPFL: dobrar de tamanho, consolidar-se efetivamente como uma empresa geradora e ampliar sua influência em nível nacional.