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Vilma Judice de Carvalho

Vilma Judice de Carvalho

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Eterno retorno

Vilma Judice de Carvalho tem três matrículas como funcionária da CPFL. Isso porque ela saiu da companhia quando teve seu primeiro filho, retornou e depois foi demitida na privatização, e quatro meses depois foi convidada a retornar. "A CPFL foi meu segundo emprego e apareceu justamente num momento que perdi meu pai e me tornei arrimo de família", relembra.

Foi na CPFL que Vilma conheceu seu marido, que era gerente comercial em Garças. Atualmente aposentado, ele a acompanha em suas transferências. "Pedi para sair em 1981 para cuidar de meu primeiro filho, que estava para nascer. Em 1987, quis retornar, me chamaram, mas tive de provar que podia ficar, porque a cobrança em cima de mim, por ser esposa de um gerente, era muito grande. Trabalhava diariamente horas a mais para mostrar minha capacidade", conta.

Em 2000 veio privatização, e Vilma recebeu uma carta que informava que ela teria de assinar sua demissão até o dia 20 de julho, às 12 horas. "Todos receberam a carta, mas fui a única que não desistiu de imediato, porque procurei me recolocar dentro da companhia. Não consegui, mas só assinei o documento de demissão às 11h50. Fui a última pessoa a sair do departamento", lembra.

Passados quatro meses, em meados de novembro de 2000, ela foi convidada a integrar novamente os quadros da CPFL, dessa vez para abrir uma nova agência.