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Walney Gileno Goes

Walney Gileno Goes

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“A empresa tem que valorizar quem a construiu.”

Walney Gileno Goes tem muito orgulho de ter trabalhado na CPFL e afirma que deve à companhia tudo o que conquistou na vida. Porém, do tempo em que a CPFL era estatal e passou pela privatização, as lembranças não são as melhores. "Não que na época da estatal fosse tudo excelente. Não era. Sofríamos muita influência da política partidária, muitos colegas eram encostados quando a direção ia parar nas mãos de outro grupo político, mas a maneira como as pessoas foram dispensadas no período da privatização não foi respeitosa", relembra. Walney se refere à lista preparada pela companhia, do qual faziam parte os nomes de muitos funcionários, inclusive o dele. Nessa fase, a CPFL propunha um plano de demissão voluntária.

Mesmo gostando muito do clima organizacional que viveu na CPFL, porque as amizades eram muito boas, ele lamenta a companhia ter perdido o vínculo com os ex-empregados, porque, segundo ele, essa ligação já foi muito mais forte no passado. "Hoje a carteirinha de aposentado da CPFL não nos dá mais direito de entrar na companhia", lamenta Walney.

Atualmente, ele trabalha como voluntário na Associação dos Aposentados da Fundação Cesp.