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Empresa Luz e Força de Jundiaí - Jundiaí - SP - Empresa FUNDADA EM 1905

O serviço público de eletricidade em Jundiaí foi inaugurado em novembro de 1905 pela Empresa Luz e Força de Jundiaí, iniciativa de empresários locais chefiados por Eloy Chaves.

Chaves foi um dos personagens que, no início do século 20, procuroaram introduzir a eletricidade no interior paulista, assumindo o controle de empresas em cidades como Mogi Mirim, Mogi Guaçu e Jacutinga.

A energia era inicialmente gerada pela usina de Monte Serrat, no rio Jundiaí, inaugurada em 1905. Com o aumento do consumo e o plano de passar a abastecer a vizinha cidade de Indaiatuba, foi construída a usina do Quilombo, inaugurada em 1913.

Em 1927, a Empresa Luz e Força de Jundiaí foi vendida para os investidores anglo-canadenses que controlavam, entre outras, a The São Paulo Tramway, Light & Power Co. Ltd., a "Light" (fundada em 1899), e a The Rio de Janeiro Tramway, Light & Power Co. Ltd. (fundada em 1904).

A empresa de Jundiaí não foi incorporada diretamente à Light paulistana, funcionando como uma associada independente.

A Empresa Luz e Força de Jundiaí foi extinta apenas em 1967, quando as empresas de energia controladas pela sociedade anglo-canadense foram integradas em uma única empresa, com o nome de Light - Serviços de Eletricidade S.A.

A Light foi estatizada em 1979 pelo governo federal. Em 1981, o núcleo paulista da Light passou a ser controlado pelo governo do estado de São Paulo, sob o nome de Eletropaulo - Eletricidade de São Paulo S.A.

Em 1997, ao formatar as estatais de energia para a privatização, o governo estadual paulista cindiu a Eletropaulo em quatro empresas. Uma delas recebeu o nome de EBE - Empresa Bandeirante Energia S.A. e reunia as distribuidoras de energia que atuavam fora da capital do estado, em cidades como Itu, Santos, Sorocaba, São José dos Campos e Jundiaí.

Em 1998, em um leilão de privatização, a EBE foi comprada por um consórcio formado pela CPFL e pela EDP - Energia de Portugal.

Em 2001, os sócios controladores da EBE cindiram novamente a empresa. A CPFL assumiu o controle das regiões de Jundiaí, Sorocaba e Santos, criando a Companhia Piratininga de Força e Luz, CPFL Piratininga.